Ruptura. Algo que reforça o contexto e a necessidade de mudança

A expressão – Visual Jornalism – de Rick Poiner, apresenta-se como chave no entendimento do constante reposicionamento do design, pois o desenvolvimento dos processos de design reflete o seu contexto.
A criação torna-se na documentação de um período contemporâneo, seja pela influência que as questões do agora têm no eu-designer que cria, ou mesmo pela necessidade que essa mesma influência exerce na necessidade de criar e de comunicar.
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«Every emerging generation has to find something to fight against. I understood that the idea of Modernism and the Swiss School was a great theory, but I also understood that I couldn’t adapt to it or do it as well as the practitioners who had already mastered it. So I knew that I had to go elsewhere. And when you go elsewhere, you end up challenging the larger idea. (…) the Push Pin style introduced a distinctly contemporary design vocabulary. »
An Interview with Milton Glaser, Martin Pederson,
in Metropolis Magazine
A estrutura e os parâmetros em que nos baseamos para definir o design, tal como as questões às quais este tem de responder, estão, paralelamente ao contexto, em constante mutação.
A transição do modernismo para o pós-modernismo, em que o percurso de Milton Glaser é referência, poderá caracterizar-se como um estilo de ruptura, mas também, uma negação que reforça a existência de uma afirmação anterior. Reforça o presente e a consequente necessidade de mudança, a adaptação face a novas prioridades e uma ideia abrangente sem a qual a ruptura não seria possível.
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A abrangência da disciplina tornou os seus limites quase indefiníveis.
A caracterização do que é o design tem as suas bases nas influências
e rupturas documentadas contemporaneamente.
O novo vocabulário de design do Push Pin Studio torna-se determinante na visibilidade da transição. Recorre a novos meios tecnológicos que contribuem para novas fases e formas de planeamento assim como para a diversidade e concepção mais imediata.
Por outro lado, na sociedade em que impera o regime capitalista e as decisões com implicações económicas parecem demasiado importantes para serem deixadas nas mãos de designers, o incentivo à produção de objectos pela mera execução tende a intensificar-se.

«Every emerging generation has to find something to fight against. I understood that the idea of Modernism and the Swiss School was a great theory, but I also understood that I couldn’t adapt to it or do it as well as the practitioners who had already mastered it. So I knew that I had to go elsewhere. And when you go elsewhere, you end up challenging the larger idea. (…) the Push Pin style introduced a distinctly contemporary design vocabulary. »
An Interview with Milton Glaser, Martin Pederson,
in Metropolis Magazine
A estrutura e os parâmetros em que nos baseamos para definir o design, tal como as questões às quais este tem de responder, estão, paralelamente ao contexto, em constante mutação.
A transição do modernismo para o pós-modernismo, em que o percurso de Milton Glaser é referência, poderá caracterizar-se como um estilo de ruptura, mas também, uma negação que reforça a existência de uma afirmação anterior. Reforça o presente e a consequente necessidade de mudança, a adaptação face a novas prioridades e uma ideia abrangente sem a qual a ruptura não seria possível.
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A abrangência da disciplina tornou os seus limites quase indefiníveis.
A caracterização do que é o design tem as suas bases nas influências
e rupturas documentadas contemporaneamente.

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